Pensas, logo existes! Mas se refletires, libertas-te da mera existência, sobrevoas as tuas ideias e dás-lhe um sentido, uma ponderação que te permite intensificá-las, rasgá-las, abandoná-las, organizá-las e partilhá-las... Vamos, assim, apresentá-las, sorver-lhes o aroma, tocar-lhes o sabor, ler-lhes as entrelinhas e ouvir-lhes os estridentes sussurros, que envergonhados teimam em se esconder. Abre a tua alma e dilucida o teu espírito no papel, com as formas lusas que a nossa língua reflete.
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